Hoje foi o primeiro treino depois da aula experimental de taekwondo. No final foi-me colocado o cinto branco(faixa branca] e um novo ciclo de inicia. Nas palavras do professor Nuno Pereira, para todos os que estavam no tatami foram intenções de uma filosofia de vida e de organização. Eu sempre achei, que uma casa bem arromada, é uma vida organizada! Há que dar importância às pequenas vitórias. Para muitos, pode não ser nada, mas para cada um dos que ali estão, representa muito e o reconhecimento dos instrutores e colegas, é certamente uma autoconfiança e uma enorme autoestima. Temos sobretudo em acreditar em nós, ainda que mais ninguém acredite. Temos de provar a nós e não aos outros. Aplica-se aqui a ética do escutismo: 1- Os atletas são leais; 2-Amigos de outros atletas; 3-Respeitam e obdecem aos instrutores/professores; 4-Os atletas sao cumpridores, honestos e verdadeiros; 5-Os atletas ajudam os seus colegas, 6-Os atletas são assíduos; 7-Os atletas lutam para serem os melhores. No fundo, cada atleta não deve ser melhor que o outro, mas sim, ser o seu melhor no que faz, treina e onde quer chegar!
Quero publicamente agradecer ao Professor Nuno Tomás Pereira da Stat - Martial Arts, a forma como recebe, ensina e ao mesmo tempo, relembra que o Taekwondo é de todos para todos, independentemente da idade ou limitações e isso fará nos jovens atleta, o despertar para a inclusão e sensibilizá-los para que possam vir a serem, os bons homens amanhã!
Depois da desilusão e da falta de ética no judo inclusivo, pode-se fechar este ciclo.
A experiência de outras modalidades, pode ser uma mais valia na formação da personalidade de cada um de nós. Cada um que procura experimentar uma nova modalidade sofre um pouco de ansiedade. É uma área nova e por tal, ficamos inseguros. Por vezes chatos por querermos saber tudo, antes de experimentar. Para quem tem deficiência visual, há sempre a questão de se ter a consciência mesmo que se goste e se temos ou não visão, que se adequa à exigência das técnicas. Sabe-se que há modalidades, que são mais perigosas que outras.
Estava para experimentar muay thai e Taekwondo. Tinha duvidas se conseguiria ou não o muay thai e por isso inscrevi-me na Junta de Freguesia para ir a aula aberta. No entanto, fui experimentar o Taekwondo. Vi alguns vídeos e achei que seria pouco provável. Pouca confiança e sem qualquer expetativa ao entrar na Stat.
Fui muito bem recebido, quer pela instrutora, quer pelo Professor e diretor do espaço. Os atletas que estavam comigo, são jovens adolescentes e outro atleta mais próximo da minha idade, que se predispôs no apoio a pedido da instrutora. A saber que o taekwondo é de origem coreana.
Quando estamos disposto a entrar para uma modalidade, temos de fazer o nosso melhor. Temos de assumir um compromisso. Esse compromisso tem de ser por dedicação, assiduidade e o querer provar a nós próprios, o quanto a limitação visual, não é de todo impeditivo de se fazer o que quer que seja.
O Stat é tida como uma familia, que tem como principal objetivo, a convivencia, o interesse pelo outro, a alegria pelas conquistas dos atletas e acredito, que o sofrimento seja tambem ele coletivo em prol do atleta que sofre.
Eu continuo a defender, que em cada clube, haja harmonia, confiança, respeito, solidariedade, amizade sincera, partilha de ideias, conselhos e para os mestres e instrutores, que se disponibilizem a dar conselhos, apoio, acompanhamento e interesse por todos, dentro e fora do clube. Quantos sofrem em segredo e fingem estarem felizes ou festejarem em conjunto os aniversários dentro dos clubes, conviverem antes e depois dos treinos e encontros de vez enquando fora, um café, etc.
O cultivo da amizade, é um enorme contributo para que todos se sintam em família. O respeito entre todos é essencial para que todos saibam o seu lugar.
A STAT
A STAT é muito mais do que uma escola de artes marciais, é uma escola que utiliza as melhores práticas das artes marciais para ensinar algo muito mais importante: Valores para a vida, tais como a Disciplina, a Convicção ou a Autoestima. Inaugurada em 2009, É a primeira academia com um ensino profissional em Portugal.
Com treinos especializados para cada idade, a STAT é um apoio para a educação das crianças, uma referência positiva para os adolescentes e o melhor treino físico e mental para os adultos.
Desde 2008:
Fundada por Pedro Tânger em 2008, que deixou de lado a sua carreira de advocacia num dos principais escritórios em Portugal para prosseguir o seu sonho, e que ainda hoje dá o mote à missão da STAT.
“Capacitar pessoas através das Artes Marciais”
Desde então, Pedro Tânger tornou-se uma das principais figuras mundiais de Taekwondo Songahm, abriu 5 academias em Lisboa e 1 no Porto, assim como 7 pontos de ensino extracurricular em escolas de renome portuguesas.
Os valores
Os Valores que trabalhamos no nosso dia-a-dia na STAT são:
Disciplina
Respeito
Autoestima
Honestidade
Comunicação
Convicção
Os treinos na STAT são muito mais do que um treino de artes marciais. São um treino para a Vida!
A equipa
Na STAT – Artes Marciais todos os Instrutores são excepcionalmente preparados para lidar com a formação dos seus alunos.
Do ensino a pequenos tigers e a crianças, bem como à formação de jovens e adultos, o ensino na STAT traz o melhor do mundo das artes marciais, através de métodos actuais, e sempre com uma grande paixão pedagógica.
Não chega formarmos alunos capazes de dar fantásticos pontapés e executar defesas eficazes. Pretendemos, acima de tudo, formar vencedores na vida e verdadeiros líderes.
Hoje é a STAT com mais alunos ativos (320+) e oferece todos os nossos programas sob o estilo bombástico da equipa do Professor Pereira!
Aqui posso referir que todos estão cientes da importância da saúde mental e física e que a meta é ir mais longe e mais alto. Como se costuma dizer "O Céu é o limite".
Creio que para se ser um campeão não basta só treinar treinar e treinar, é essencial ser um bom aluno, humilde, amigo do seu amigo do tipo escuteiro, um excelente pai, instrutor e acima de tudo amigo dos seus atletas, independentemente das suas idades.
Para quem tenha limitações não devem deixar que os tratem por pena ou compaixão, mas sim da mesma forma que tratam os de mais atletas, sem contudo se esquecerem, que são diferentes.
Novo ciclo se junta a outros ciclos abertos, como ator, que não fechei a porta ou ao curso técnico de apoio psicossocial, que está prestes a dar lugar a estágio hospital e á nova licenciatura, que continuo o meu caminho.
Os treinos da aula experimental, foi para Além da expetativa e pude constatar as dificuldades no início e que a visão não constitui problema. Significa que todos os deficientes visuais podem praticar, tal como o judo ou jiujitsu.
Assim se fecha o ciclo de ex judoca do Judo Clube de Portugal.
Muitos sabem que sou um tipo de vivências. Gosto de ter várias experiências desportivas. Comecei aos 13 no colégio na modalidade de Luta Greco-Romana, mais tarde integrei no Sporting a modalidade de Aikido por 2 anos. Não gostei, não senti que me defendesse em alguma eventual situação, o instrutor era um jovem de 23 anos. Depois passei pelo Karaté Shotokan por um período de 1 ano, pois por so existirem 4 acabaram com a modalidade, mudando-a para longe. Mais recentemente ou seja, o ano passado, iniciei o judo inclusivo, devido a ter limitação visual e como fizeram o favor de alterar o horário para fim de tarde, deixei o Judo Clube de Portugal, que mais nao fora do que falta de consideração para com o nosso grupo, ainda fui a uma Aula Aberta de Defesa Pessoal e de Pilates, conseguindo ter 2 aulas de thai-Chi, vou experimentar no próximo sábado, taekwondo e no dia 25, irei a uma Aula Aberta de Muay thay/Kickboxing. Dirão, este tipo é tonto, com a deficiência visual vai experimentar uma Aula Aberta de Muay thay? Sim, todo o tipo de experiências que formos obtendo fará sempre de nós, pessoas sabedoras de riscos, que não podemos ou podemos enfrentar. Para ficar numa delas, terei de saber se vejo ou não o suficiente e de acordo com os instrutores.
Penso que é cada vez mais importante para os residentes de Campolide, terem mais uma experiência desportiva.
A Junta de Freguesia de Campolide tem feito o que é precio para combater o isolamento social e promover o envelhecimeto ativo. Todas as modalidades de artes marciais, que a Junta promove como Aulas Abertas. São modalidades que tal como o judo, adaptáveis ás situações das pessoas. Obviamente que quem tiver limitações físicas, quem estiver a dirigir as Aulas Abertas, terá de ser isso em conta.
A pouca aderência de residentes da Freguesia em aderirem, talvez tenha a ver com a falta de trabalho interativo entre a Junta e a população ou seja, haver um questionário sobre o que a população gostaria de participar nas Aulas Abertas. Pois é importante até para essa equipe possa implementar atividades desportivas, incluíndo artes marciais que gostassem de experimentar.
Estatísticamente seria útil para se poderem orientar e ir escolhendo a partir de gostos dos aderentes.
Espero que este ano, haja a continuação de Aulas Abertas deste tipo, que permitam a todos ter essa experiência e aderirem depois como praticantes.
Fim!
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